Um "blog sujo" desde 2 de setembro de 2009.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Cloaca: G1 indeniza vítimas do Rodoanel, "se"

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Desba viaduto do Rouboanel do Serra

 José Patrício/Agência Estado


O Crea-SP (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de São Paulo) vai investigar as possíveis causas do acidente ocorrido na sexta-feira (13) nas obras do trecho Sul do Rodoanel, em Embu, na Grande São Paulo. O superintendente operacional da fiscalização, Ademir Alves do Amaral, informou nesta segunda-feira (16) que serão analisados todos os detalhes da obra, desde a concepção, a concretagem das vigas e o transporte delas.
Na sexta-feira, por volta das 21h, três vigas que haviam sido colocadas sobre a rodovia Régis Bittencourt  uma semana antes desabaram e atingiram três veículos. Três pessoas ficaram feridas e os motoristas enfrentaram extensos congestionamentos, principalmente no sentido Paraná da pista, liberado 11 horas depois do acidente.
A investigação do Conselho será conduzida por uma comissão formada por especialistas em grandes estruturas. Eles também devem ouvir os engenheiros das construtoras que formam o consórcio que executa a obra – OAS, Mendes Jr. e Carioca Engenharia – e analisar dados do TCU (Tribunal de Contas da União). Os laudos produzidos pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) e IC (Instituto de Criminalística) também serão analisados pela comissão.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

The Economist: O Brasil decola

Uma capa, às vezes, vale mais do que mil palavras...

The Economist print cover

E dá-lhe Dilma: Her master's voice

Kaio Márcio: ouros e recordes

Kaio Márcio comemora vitória na prova disputada em Estocolmo

O paraibano Kaio Márcio, revelação do Esporte Clube Cabo Branco, ganhou DUAS medalhas de ouro, UMA de bronze e bateu RECORDE mundial dos 200 metros borboleta na Copa do Mundo de Natação em Estocolmo.


Orgulho para os paraibanos, brasileiros, cabobranquenses e homônimos.


Que venha Rio 2016!

FHC devia ser preso

Esse post é para o meu irmãozinho Sérgio, o reaça, para ele fazer um paralelo entre a sua Vale (ele é acionista) e a nossa Petrobras (do povo brasileiro).




A Batalha de FHC para destruir a Petrobras

O Conversa Afiada reproduz e-mail que recebeu de amigo navegante que tem boa memória.�

 O entreguista (à direita da foto)

Caríssimo PHA
Vai aí, primeiro uma matéria que orgulha o nosso Brasil e nosso povo brasileiro e engradece a nossa soberania e o espírito patriotico. Isto só foi possível graças ao governo Lula. A outra logo (abaixo) fala tudo o que o Farol de Alexandria fez para que isto que está acontecendo hoje com a Petrobras não chegasse a contecer e para que a Petrobrás fosse entregue como foi entregue a Vale, o Sistema Telebrás e outros.
PS. Não esquecer de citar a venda (a preço de banana) de cerca de 40% das ações ADR’s da Petrobras no governo do Farol na Bolsa de Wall Street, ações com direito de voto.
Vale a pena divulgar isso,para refrescar a cabeça do povão que vai ficar ainda mais retado com esses agentes do atraso, os “DEMOTUCANOS”.
A primeira reportagem:

Petrobras é a terceira maior empresa de capital aberto das Américas.

Pesquisa da consultoria Economática mostra que companhia cresceu US$ 192,5 bilhões em valor de mercado entre dezembro de 2002 e novembro de 2009 e só está atrás da Exxon e da Microsoft.
A Petrobras é a terceira maior empresa de capital aberto do continente americano, segundo estudo divulgado nesta terça-feira (10/11) pela consultoria Economática. A pesquisa mostra que a companhia teve um crescimento de US$ 192,5 bilhões de valor de mercado, entre dezembro de 2002 e novembro de 2009, passando de US$ 15,4 bi para US$ 207,9 bi. A primeira e segunda colocadas da lista são as empresas americanas Exxon (US$ 345,8 bi) e Microsoft (US$ 257,4 bi).
No final do 2002 a Petrobras ocupava a 121ª colocação no ranking das maiores empresas de capital aberto do continente. Desde então, a Petrobras subiu 118 posições.
O resultado coloca a Petrobras à frente de empresas como Wal Mart (US$ 200,6 bi), Apple (US$ 181,5 bi) e Procter & Gamble (US$ 180,7 bi), que ficaram respectivamente na quarta, quinta e sexta posições na lista, que inclui ainda outras multinacionais como Google, Johnson & Johnson, Texaco e Coca-Cola.
Rio, 10/11/2009

Agora, a história do entreguista Fernando Henrique Cardoso, passo a passo:

FHC(PSDB), o algoz da Petrobras

O pai, grande lutador pela empresa, o filho fez tudo para destruí-la.
O presidente Fernando Henrique Cardoso recebeu uma missão: desmontar o País. A Petrobras está na sua longa agenda macabra de demolidor do futuro.
Acompanhe os passos de FHC rumo ao seu grande objetivo:
1993
Neste ano, o então ministro FHC promoveu um corte de 52% no orçamento de 1994 da PETROBRAS. Isto só não paralisou a empresa porque estourou no Congresso o escândalo do Orçamento, impedindo que se fechasse o orçamento geral da União antes de outubro de 94. Ainda assim a PETROBRAS teve retardados diversos projetos em andamento.
1994
Através do Departamento Nacional de Combustíveis, o ministro FHC promoveu uma manipulação da estrutura de preços que transferiu, permanentemente, da PETROBRAS para as multi nacionais da distribuição cerca de US$ 3 bilhões/ano. Nos 6 meses que antecederam a URV o governo deu dois aumentos por mês aos combustíveis para compensar a desvalorização diária da moeda nacional frente ao dólar.
Nesses aumentos, a parcela da PETROBRAS aumentava abaixo da inflação enquanto a das distribuidoras aumentava acima da inflação. De dezembro de 93 a abril de 94 os aumentos foram de: a) inflação 536%; b) parcela da PETROBRAS 491% e c) distribuidoras 703%. Com a Urverização os ganhos e perdas respectivas se tornaram permanentes, criando no Brasil a maior margem de distribuição do mundo.
1995
O governo, mais uma vez, faltando com o compromisso negociado com a categoria, levou os petroleiros à greve com o firme propósito de destruir o sindicalismo brasileiro. E colocou tropas militares nas refinarias, deixando as distribuidoras de combustíveis e de gás sonegarem os produtos. Há documentos do DNC provando isto.
Pelo Cano
Em 1995, deflagrou a construção do gasoduto Bolívia-Brasil que vai permitir às empresas do Cartel das 5 irmãs venderem uma massa de 1,1 trilhão de m3 de gás ao único cliente possível (150 bi na Bolívia, 350 bi de m3 em Camisea, Peru, descoberto pela Shell em 1983 e até hoje não explorado e 600 bi de m3 na Argentina, pertencentes à Shell, Enron e British).
A PETROBRAS constrói o duto (economicamente inviável) drenando recursos que poderiam ser aplicados na Bacia de Campos, onde o retorno é acima de 60% ao ano. O gás vai ser usado em termoelétricas. Teremos uma matriz energética mais poluente e estaremos dependentes de energia externa fornecida por um monopólio natural, comandado por multinacionais. Mary Quinn, diretora de investimentos do C.S.F. Boston declarou que não consegue explicar este investimento da Petrobras.
Quebra
Em 1995, a quebra do monopólio do petróleo com pressões, chantagens e barganhas com o Congresso Nacional.
Ainda em 1994, no governo Itamar, as estatais estratégicas, durante o processo de Revisão Constitucional, enviaram os seus técnicos a Brasília para dar informações sobre os dados significativos das empresas. Isto ajudou a impedir que a Revisão Constitucional se realizasse. No governo FHC os empregados foram proibidos de ir ao Congresso conversar com os parlamentares sob pena de demissão. O Decreto 1.403 de fevereiro de 95 criou o SIAL – Serviço de Informação e Apoio Legislativo, que foi o grupo de “Intelligentzia” criado com a missão de verificar a ida dos empregados para fins de demissão.
1996
Anulação do Contrato de Gestão. Envia a Lei 9.478 que quebra o monopólio da União (art. 26), permite a exportação (art. 60) e cria subsidiárias (art. 65) para cumprir o plano C.S First Boston de desmonte da empresa.
Também em 96, na Europa, os governos assinam um contrato de Gestão com as empresas estatais e estabelecem metas a serem cumpridas pelas empresas.
Caso as metas não sejam cumpridas rolam cabeças de dirigentes. Mas o governo não interfere na gestão das empresas. Por isto elas são eficientes e lucrativas a ponto de comprarem estatais no exterior, inclusive no Brasil. Aqui as estatais são violentadas pelo governo. É o único caso do planeta Terra, em que o acionista majoritário trabalha contra a sua empresa. O governo Collor mudou, em dois anos, 6 presidentes e 24 diretores. O governo FHC vem fazendo um estrago maior. O governo FHC anulou o contrato de Gestão que havia entre o governo e a Petrobras.
O Golpe
FHC envia ao Congresso a Lei 9.478 que iria regulamentar o setor de petróleo após a quebra do monopólio em 1995. A Lei extingue violentamente a Lei 2.004 que criou a PETROBRAS após um dos maiores movimentos cívicos ocorrido no País. A Lei, além de desrespeitar a Constituição em vários artigos, efetiva a quebra do monopólio da União.
O artigo 26 é claro: a concessionária que produzir o petróleo torna-se sua proprietária, cabendo à União o monopólio de rocha vazia. O artigo 60 permite a exportação do petróleo. O nosso petróleo que poderia nos suprir por 40 anos, pode ser exaurido em 10 anos. As Cinco Irmãs têm hoje menos de 5% das reservas mundiais. Usarão as nossas. A Lei é um conjunto de artigos que anulam a Constituição e o bom senso.
1997
Cria a ANP e nomeia o genro para comandar o processo de engessamento da Petrobras.
Corte de R$ 1 bilhão nos investimentos. Obriga a empresa a apelar para parcerias. Os parceiros, que nada investiram, passam a repartir os lucros.
FHC cria a ANP – Agência Nacional do Petróleo, presidida pelo seu genro ivatista David Zilbersztajn. A ANP tem se mostrado a inimiga nº 2 da Petrobras. Atrapalha a empresa, cria fórmulas e dispositivos que a desfavorecem como a portaria nº 3 que a impede de se defender da inflação e da correção cambial. Dá 3 anos para a PETROBRAS pôr em produção os seus campos em águas profundas, enquanto estabelece o prazo de 8 anos para as demais concorrentes. “E dá outras nocivas providências”.
Obriga a empresa a apelar para parcerias. Áreas onde ela investiu pesado, correu todos os riscos e desenvolveu tecnologia, é obrigada agora a dividir os lucros com aquelas empresas que não quiseram correr os riscos. É como se a PETROBRAS comprasse um bilhete premiado e fosse obrigada a repartir o prêmio, recebendo só a metade do valor da compra do bilhete.
1998
Corte nos investimentos. Impede a emissão de debêntures para obter recursos para investimentos. Libera a importação de equipamentos sem IPI e ICMS para multi nacionais.
Proíbe tomar empréstimo no exterior (a 6% ao ano). Impasse na negociação salarial (continua até hoje).
Em plena Copa do Mundo a ANP retira mais 35% das áreas escolhidas pela PETROBRAS, restando para ela apenas 7,1% do total.
ANP emite a Portaria nº 3 que impede a Petrobras de se defender da desvalorização do real e da inflação.
Ocupação
Em 1998, seis empresas ocupam o 12º andar do EDISE (duas delas comandaram a privatização da YPF Argentina – Merryl Linch e Gaffney Cline) – para examinar minuciosamente todos os dados da PETROBRAS.
Neste mesmo ano, promove o corte de um bilhão nos investimentos. Novas paralisações em projetos e atividades importantes. Só a revisão do orçamento promove uma paralisação de mais de três a seis meses na Petrobras. Técnicos das áreas mais cruciais param os seus serviços para analisar e priorizar os cortes. É uma das piores armas de FHC contra a empresa. Projetos de alta rentabilidade vão se tornando inviáveis com as paralisações.
Garrote
Proíbe a empresa de tomar recursos no exterior a juros civilizados, impede-a de emitir debêntures para gerar recursos. Enquanto isto a ANP ameaça retomar as áreas que não produzirem em 3 anos da data da Lei 9.478.
Libera a importação de equipamentos com isenção de impostos pelas multinacionais, inviabilizando a competitividade dos fabricantes nacionais. Gera emprego no exterior e os extingue no País.
1999
Corte nos investimentos.
Delega ao Conselho de Administração o controle absoluto da empresa. Nomeia um conselho de raposas para isto, entre eles Jayme Rotstein, empresário fracassado, lobistas dos usineiros e suplente de senador na chapa derrotada do Roberto Campos e Pio Borges com 23 denúncias de improbidade administrativa no BNDES junto com Mendonça de Barros.
O governo corta novamente R$ 1 bilhão nos investimentos, nova paralisação na empresa. Promove um aumento brutal nos impostos da Petrobras. Alguns aumentaram até 4 vezes como o caso dos royalties. O pior é que sabemos que, se a Petrobras for privatizada, as Cinco Irmãs extinguirão os royalties como fizeram no Mar do Norte, na Índia e na costa da Califórnia, EUA. Alegam que a atividade em águas profundas é dispendiosa e arriscada, conseguindo com isto a revogação do royalty.
Rapinagem
O governo faz um decreto delegando ao Conselho de Administração o controle absoluto da PETROBRAS, modificando dois decretos existentes que davam essas atribuições ao governo.
O governo impede a Petrobrás (BR e Petros) de entrarem no leilão da CONGÁS. É mais uma ingerência ilegal e imoral na empresa.
Hélio Fernandes
Tribuna da Imprensa – 22/6/2004

PS – O artigo acima foi escrito pelo bravo Fernando Siqueira e publicado pelo “O Farol”, em 1999. Não tem uma linha deste repórter, apenas o espaço é meu. Mas como Fernando Siqueira, só defende o interesse nacional, em toda e qualquer situação, referendo e assino tudo o que ele escreve. Por que então escrever novamente?
PS 2 – E o recorte me foi enviado por Mario Lobo Cunha, outro bravo lutador, colaborador deste repórter, que mora em Porto Alegre. Minha participação é apenas a da divulgação do que FHC fez contra a Petrobras e o próprio pai. Ressalte-se: todo o mérito para Fernando Siqueira  e Mario Lobo Cunha.”

Hélio Fernandes
Tribuna da Imprensa – 22/6/2004
extraído do site:
http://www.olobo.net/index.php?pg=colunistas&id=360&PHPSESSID=34bfd0971426469112ac06fbcfe

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Em "O Globo", oposição a Lula não fala português



fhc_1.jpg
por Luiz Carlos Azenha
Poucas vezes vi uma ilustração tão própria como a que o jornal O Globo escolheu para acompanhar a carta-testamento de Fernando Henrique Cardoso.
O ilustrador Cláudio Duarte está de parabéns.
Primeiro, pela originalidade. A não ser por duas ou três ocasiões, nunca tinha visto esse uso de um defeito físico alheio para mandar uma mensagem política. Uma dessas ocasiões foi em Roraima, quando apoiadores do prefeito de Pacaraima, Paulo César Quartiero, usavam os quatro dedos de Lula para denunciar o que diziam ser interferência federal. Foi quando o governo mandou a PF evitar violência entre as partes envolvidas na disputa pelas terras da reserva Raposa Serra do Sol. Violência que, na verdade, partiu de Quartiero e outros grileiros e não foi episódica. Vinha sendo praticada há alguns anos sob as barbas das autoridades brasileiras.
Mas, voltando ao Duarte, além de "original" o trabalho dele exibe nuances que capturam toda a complexidade da cena política brasileira. É uma ilustração de fineza e sutileza ímpares. Teria sido sofisticação intelectual do Duarte escolher o "Stop", em inglês, para sugerir a matriz do pensamento fernandista? Ou o ilustrador se deixou trair pelo próprio macaquismo intelectual? Só perguntando a ele.
De qualquer forma, acho que a ilustração resume a qualidade intelectual e moral do projeto político capitaneado pelo governador paulista José Serra. Deveria fazer parte da campanha dos tucanos em 2010.

domingo, 1 de novembro de 2009

Paraibadisíaca







O primeiro empreendimento do Grupo Mantra Resorts Hotels & Casinos no Brasil, o Mussulo Beach Resort by Mantra, localizado a 20 km de João Pessoa, na Paraíba, está recebendo seus primeiros hóspedes hoje (9). O feriado prolongado fez com que a ocupação atingisse os 100%, índice excelente para o primeiro final de semana de um meio de hospedagem. "Aliás, estamos surpresos com procura que estamos tendo, tanto dos mercados de Recife e João Pessoa, como de São Paulo", comemora Leonardo Melro, gerente de Marketing da rede.
 
O nome Mussulo se refere à baía existente ao sul de Luanda, capital da Angola, país africano de onde são os investidores do empreendimento paraibano.

Denominado como o primeiro resort do Estado da Paraíba, o Mussulo by Mantra abre
em soft opening e permanece assim até o final de março. Segundo Jefferson Amorim, gerente geral do hotel, as adequações serão feitas ao longo desse período. "Temos
vários ajustes para fazer, porém, fizemos questão de abrir o Mussulo by Mantra, com 80% da equipe dos colaboradores - na temporada deverá empregar cerca de 120 pessoas -, todos devidamente treinados e capacitados para oferecer o melhor serviço. Garantimos que no quesito atendimento, não estamos em soft, mas à pleno vapor", expõe Amorim.

E no que se refere às instalações, o Mussulo by Mantra está praticamente pronto para zarpar. Existem alguns detalhes que podem passar desapercebidos. Talvez o aspecto paisagístico pudesse estar em uma fase mais avançada, causando assim uma impressão mais interessante. Mas, se analisarmos a longo prazo, o Mussulo possui um potencial muito bom para ser um hotel boutique.

Mesmo estando a uma distância de 1,5 km da praia de Tabatinga, pode se ver o mar
de coloração azul-turquesa de todas as áreas do Mussulo by Mantra.

Lá na areia, o
Beach Club, espaço exclusivo para os hóspedes promete ser um grande destaque. Vans farão o transfer in & out para o ponto de apoio. Aliás pelos que vimos, o local oferecerá várias áreas cobertas, espreguiçadeiras e serviço de petiscos e bebidas.
 
A administração do Beach Club ficará a cargo de um dos restaurantes mais badalados da região, o Canyon, sob comando da simpática e competente Ana Luiza e localizado na praia do Coqueirinho. Experimentamos a fantástica gastronomia do ponto de venda e está mais do que aprovado - veja as fotos no final da matéria.
 
Bom, vamos conhecer o Mussulo! Boa leitura!
 
Por Peter Kutuchian*
 

Parece montagem, mas não é! O céu azul, sem nuvens e um calor
primaveril de rachar o coco - imagine no verão - nos dão as
boas vindas ao primeiro empreendimento do Grupo Mantra no país.
Estamos na Paraíba, terra com praias lindas e um povo pra lá de hospitaleiro. Aqui vemos o bloco da Recepção
(fotos: Peter Kutuchian)


Destino
João Pessoa é considerada a segunda capital mais arborizada do planeta. O Estado está despontando no turismo e o potencial como todo o resto do país é grande.
 
Conhecemos algumas praias do litoral sul e gostamos do que vimos, águas com coloração azul-turquesa, praias bonitas e um povo hospitaleiro marcaram nossa rápida visita ao destino nordestino.
 
Aliás, muito feliz a campanha da agência local Zag que tem a conta do Mussulo by Mantra. Resumiu em uma palavra seu conceito, que pode muito bem ser adotado pelo governo: Parabadisíaco! 
 
 
Assim que saímos do aeroporto de João Pessoa, fomos
almoçar no típico Mangai. O espaço começou
como local para café e cresceu, se transformando em...
 
Grande e famoso restaurante
 
 
Dois grandes buffets oferecem uma grande e deliciosa variedade
de pratos tipicamente nordestinos, entre eles a Buchada de bode!
 

De lá, partimos para conhecer um dos atrativos turísticos
da capital paraibana, o Jacaré Grill
 

Que fica na beira do Rio Paraíba, onde também...
 

Ficam ancoradas várias embarcações de pesca e lazer.
João Pessoa é a segunda cidade do Brasil que concentra
o maior número de veículos náuticos
 

O famoso Jurandy do Sax, olha no relógio
para ver se está na hora de começar o show
 

Começa a tocar o Bolero de Ravel e se dirige ao pier.
O sol começa a se despedir...
 

Os turistas registram o momento que é repetido todos
os dias, já foram mais de 3 mil apresentações...
 

Jurandir navega no Rio enquanto...
 

Que o astro rei vai indo embora. O momento é mágico!
 

Depois que se foi, as cores mudam e fazemos um passeio
de barco pelo Rio Paraíba, são apenas 17h30!
 

No dia seguinte fomos visitar algumas praias do Sul da Paraíba.
Esta é a Bela, no final dela...
 

Tem um rio que vira uma verdadeira piscina!
 

Esta nos leva para a Praia do Coqueirinho
 

E esta é a entrada de uma das mais famosas, a de Tambaba,
que cultua o naturismo e foi eleita uma das mais bonitas do Brasil
 

Nosso destino é a de Coqueirinho, praia linda...
 

Que conta com um atrativo gastronômico fantástico...
 

Com vista pra lá de bonita...
 

Onde somos recepcionados por Ana Luiza, a
proprietária do restaurante Canyon
 
 
Onde provamos iguarias deliciosas, como o Peixe amarelo, a Muqueca de camarão com farinha típica...
 
 
 
Lagosta grelhada (afî) e uma cocada no tachinho de cobre!
 

O restaurante se chama Canyon porque fica ao
lado de uma formação com o mesmo nome...
 

Não tínhamos muito tempo para fotografar, por isso...
 

Paraíba, we'll be back!
 
Serviço
83 3298-2750
 
* O publisher do Hôtelier News viajou a convite do Grupo Mantra Resorts Hotels & Casinos, com o apoio da Tam e da Luck Receptivo