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domingo, 14 de agosto de 2011
NY Times: estrangeiros querem aproveitar crescimento do Brasil
O Conversa Afiada reproduz texto publicado no Viomundo, de Luiz Carlos Azenha:
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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Wikileaks: De olho nas Olimpíadas, USA amplia presença no Brasil
Natalia Viana, 2 de Dezembro de 2010, 09.00 GMT
São Paulo, Brasil - Telegramas enviados pela embaixada americana em Brasília e publicados pelo Wikileaks revelam que EUA estão preocupados com a segurança da Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 no Brasil - e querem lucrar com isso.
Mesmo antes da escolha do país como sede das Olimpíadas, a seguraça dos jogos já era um dos principais temas na pauta de reuniões bilaterias entre diplomatas e militares. Os EUA buscam cooperação militar, oportunidades comerciais e já preparam um aumento do seu pessoal no país.
O apagão que deixou no escuro 18 estados brasileiros em 10 de novembro de 2009 ofereceu, nas palavras da conselheira para assuntos administrativos da embaixada, uma "excelente ocasião" para tratar do assunto.
"A preocupação, recentemente ampliada, com a infraestrutura brasileira depoois do blackout, aliada à necessidade de resolver desafios de infraestrutura na contagem regressiva para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, apresentam uma oportunidade para os EUA se envolverem em desenvolvimento de infrastrutura e também na proteção de infraestrutura crítica e segurança cibernética", escreveu Cherie Jackson num telegrama a Washington (CLIQUE AQUI).
O documento traz uma análise sobre o apagão , incluindo detalhes técnicos obtidos em conversas com membros do governo como Plínio de Oliveira, presidente do Operador Nacional do Sistema Elétrico e o Secretário Executivo do Ministério de Minas e Energia José Coimbra.
Jackson acredita que, embora a segurança física das instalações nunca tenha sido prioridade no Brasil, o foco deve ser cada vez maior à medida que se aproximam os jogos. Segundo ela, autoridades brasileiras "admitem a possibilidade de um ataque" e estariam identificando as principais instalações que precisam ser protegidas.
"O Brasil pode estar aberto a buscar cooperação em proteção crítica de insfraestrutura", diz ela.
Assim, Cherie Jackson faz um apelo para que diversos setores do governo dos EUA explorem as oportunidades a médio prazo no país.
Além dos americanos, o governo islaense também ofereceu apoio na coordenação das olimpíadas. Em 11 de novembro de 2009, o presidente de Israel Shimon Peres liderou uma comitiva de 40 empresas israelenses ao Rio de Janeiro.
"Da mesma forma que fizemos com as Olimpíadas da Grécia e na China, estamos oferecendo tecnologias especiais de comunicação e segurança", disse ele durante a visita.
O futuro é hoje
Em 24 de dezembro de 2009, Departamento de Defesa americano recebeu um detalhado relatório intitulado "Olimpíadas do Rio - O Futuro é Hoje" (CLIQUE AQUI). O telegrama, assinado pela Ministra Conselheira da Embaixada Lisa Kubiske - que permanece no cargo mesmo depois da troca de embaixadores este ano - aponta oportunidades comerciais e militares.
"O governo brasileiro compreende que enfrenta desafios críticos na preparação dos Jogos de 2016 e demonstrou grande abertura em áreas como compartilhamento de informações a cooperação com o governo dos Estados Unidos - chegando até a admitir que poderia haver a possibilidade de ameaças terroristas", diz o documento. A admissão, "pouco usual" para um "governo que oficialmente acredita que não existe terrorismo no Barsil", foi feita pelo assessor do Ministério de Relações Exteriores Marcos Pinta Gama. Ela prossegue: "além de preparar as oportunidades comerciais que os jogos vão oferecer às empresas americanas, o governo dos EUA deveria se aproveitar do interesse do Brasil no sucesso olímpico para progredir na cooperação bilateral em segurança e troca de informações".
Jeito brasileiro
Kubiske reclama, no entanto, de muitas promessas e pouco planejamento e ação. Por exemplo, o presidente Lula prometeu entradas grátis para estudantes e trabalhadores de outros países, mas não pensou em como fazer isso.
Além disso, diz ela, tentativas dos EUA e do Reino Unido - que sediará as olimpíadas de 2012 - de entrar em contato com o Ministério dos Esportes não foram bem-sucedidas.
"Articular os objetivos mais amplos e deixar os detalhes para o último minuto pode ser o jeito tipicamente brasileiro, mas pode gerar problemas", comenta Kubiske.
"Os atrasos que esperamos do governo brasileiro em planejar e executar os trabalhos de preparação para uma Copa do Mundo e Olimpíadas bem-sucedidas com certeza vão gerar um ônus maior para o governo americano poder garantir que os padrões necessários serão alcançados".
Por isso, a missão americana já está coordenando a ampliação de pessoal, estrutura e recursos, com suas agências em Brasília e no Rio de Janeiro - o que seria necessário para gerenciar o envolvimento dos EUA nos Jogos. "Já existem oportunidades para o governo americano para buscar colaboração em função dos Jogos, incluindo aumentar a cooperação e a expertise brasileira em contraterrorismo", finaliza o telegrama.
Do Wikileaks
São Paulo, Brasil - Telegramas enviados pela embaixada americana em Brasília e publicados pelo Wikileaks revelam que EUA estão preocupados com a segurança da Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 no Brasil - e querem lucrar com isso.
Mesmo antes da escolha do país como sede das Olimpíadas, a seguraça dos jogos já era um dos principais temas na pauta de reuniões bilaterias entre diplomatas e militares. Os EUA buscam cooperação militar, oportunidades comerciais e já preparam um aumento do seu pessoal no país.
O apagão que deixou no escuro 18 estados brasileiros em 10 de novembro de 2009 ofereceu, nas palavras da conselheira para assuntos administrativos da embaixada, uma "excelente ocasião" para tratar do assunto.
"A preocupação, recentemente ampliada, com a infraestrutura brasileira depoois do blackout, aliada à necessidade de resolver desafios de infraestrutura na contagem regressiva para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, apresentam uma oportunidade para os EUA se envolverem em desenvolvimento de infrastrutura e também na proteção de infraestrutura crítica e segurança cibernética", escreveu Cherie Jackson num telegrama a Washington (CLIQUE AQUI).
O documento traz uma análise sobre o apagão , incluindo detalhes técnicos obtidos em conversas com membros do governo como Plínio de Oliveira, presidente do Operador Nacional do Sistema Elétrico e o Secretário Executivo do Ministério de Minas e Energia José Coimbra.
Jackson acredita que, embora a segurança física das instalações nunca tenha sido prioridade no Brasil, o foco deve ser cada vez maior à medida que se aproximam os jogos. Segundo ela, autoridades brasileiras "admitem a possibilidade de um ataque" e estariam identificando as principais instalações que precisam ser protegidas.
"O Brasil pode estar aberto a buscar cooperação em proteção crítica de insfraestrutura", diz ela.
Assim, Cherie Jackson faz um apelo para que diversos setores do governo dos EUA explorem as oportunidades a médio prazo no país.
Além dos americanos, o governo islaense também ofereceu apoio na coordenação das olimpíadas. Em 11 de novembro de 2009, o presidente de Israel Shimon Peres liderou uma comitiva de 40 empresas israelenses ao Rio de Janeiro.
"Da mesma forma que fizemos com as Olimpíadas da Grécia e na China, estamos oferecendo tecnologias especiais de comunicação e segurança", disse ele durante a visita.
O futuro é hoje
Em 24 de dezembro de 2009, Departamento de Defesa americano recebeu um detalhado relatório intitulado "Olimpíadas do Rio - O Futuro é Hoje" (CLIQUE AQUI). O telegrama, assinado pela Ministra Conselheira da Embaixada Lisa Kubiske - que permanece no cargo mesmo depois da troca de embaixadores este ano - aponta oportunidades comerciais e militares.
"O governo brasileiro compreende que enfrenta desafios críticos na preparação dos Jogos de 2016 e demonstrou grande abertura em áreas como compartilhamento de informações a cooperação com o governo dos Estados Unidos - chegando até a admitir que poderia haver a possibilidade de ameaças terroristas", diz o documento. A admissão, "pouco usual" para um "governo que oficialmente acredita que não existe terrorismo no Barsil", foi feita pelo assessor do Ministério de Relações Exteriores Marcos Pinta Gama. Ela prossegue: "além de preparar as oportunidades comerciais que os jogos vão oferecer às empresas americanas, o governo dos EUA deveria se aproveitar do interesse do Brasil no sucesso olímpico para progredir na cooperação bilateral em segurança e troca de informações".
Jeito brasileiro
Kubiske reclama, no entanto, de muitas promessas e pouco planejamento e ação. Por exemplo, o presidente Lula prometeu entradas grátis para estudantes e trabalhadores de outros países, mas não pensou em como fazer isso.
Além disso, diz ela, tentativas dos EUA e do Reino Unido - que sediará as olimpíadas de 2012 - de entrar em contato com o Ministério dos Esportes não foram bem-sucedidas.
"Articular os objetivos mais amplos e deixar os detalhes para o último minuto pode ser o jeito tipicamente brasileiro, mas pode gerar problemas", comenta Kubiske.
"Os atrasos que esperamos do governo brasileiro em planejar e executar os trabalhos de preparação para uma Copa do Mundo e Olimpíadas bem-sucedidas com certeza vão gerar um ônus maior para o governo americano poder garantir que os padrões necessários serão alcançados".
Por isso, a missão americana já está coordenando a ampliação de pessoal, estrutura e recursos, com suas agências em Brasília e no Rio de Janeiro - o que seria necessário para gerenciar o envolvimento dos EUA nos Jogos. "Já existem oportunidades para o governo americano para buscar colaboração em função dos Jogos, incluindo aumentar a cooperação e a expertise brasileira em contraterrorismo", finaliza o telegrama.
Do Wikileaks
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
2010: Brasil, uma nova China
Certamente, o Brasil já recebeu a sua parte justa do hype de investidores internacionais, dos economistas do desenvolvimento e do Comité Olímpico Internacional, que escolheu o Rio de Janeiro para os Jogos de 2016.
Mas à medida que 2010 se desenrola, a distância entre o Brasil e o restante dos BRICs só vai crescer. A Rússia há muito tempo desistiu da corrida, como as geladas e autoritárias tendências de Putin tornaram-se mais aparentes, assustando o dinheiro estrangeiro. A Índia ainda está crescendo fortemente, mas o país está preso em uma região instável com ameaças de todos os lados. A China, é claro, ainda é o deleite dos endinheirados internacionais, mas uma série de riscos — uma bolha imobiliária ou acionária, conflitos étnicos, uma catástrofe ambiental — pairam no horizonte.
Para o Brasil, tudo se passa de modo mais favorável. A economia vai crescer 8 por cento em 2010. Explorar a nova descoberta petrolífera em sua costa — a maior do Hemisfério Ocidental em três décadas — vai criar empregos para os brasileiros e trazer riquezas para o governo. (Essa descoberta irá também solidificar a invejável independência energética do Brasil.) Novos projetos de infra-estrutura estão em desenvolvimento à medida em que o país se prepara para os Jogos Olímpicos de 2016. A eleição presidencial do próximo ano provavelmente será um tédio, mas isso apenas porque é difícil ofuscar o próprio Brasil hoje em dia.
Tradução: Wu Ming no Conversa Afiada
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009
Vídeos da Rio 2016
Isabel Swan: a musa do Rio 2016
Filme Rio 2016
Discurso do Lula
Entrevista do Lula logo após a vitória
Entrevista coletiva do Lula
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Rio 2016: Orgulho do Brasil

O Rio de Janeiro sediará as Olimpíadas de 2016.
O Brasil chega definitivamente no andar de cima das nações desenvolvidas. Muito por causa de nosso líder Lula e de suas políticas nacionalistas.
Vamos comemorar!!! Não é todo dia que temos o povo Brasileiro o reconhecimento do mundo de nossas potencialidades.
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